sábado, 12 de abril de 2014

Aula 13 – As 10 pragas do Egito e o verdadeiro sentido da Páscoa

Aula 13 – As 10 pragas do Egito e o verdadeiro sentido da Páscoa




Texto Bíblico:
“Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29)

Objetivos:
Estamos nos aproximando de uma das datas mais lindas que comemoramos: Páscoa!! Nosso redentor vive!
Mas como começou essa Festa? Quando começou?
Nosso objetivo principal com essa lição é mostrar para as crianças que Páscoa é LIBERTAÇÃO! Páscoa não é coelho, chocolate, ovos...
Páscoa é vida! É uma festa muito antiga e que aprenderemos que o plano de Deus era a liberdade para o povo judeu, mas Faraó era um homem mau e não queria libertar o povo da escravidão. Deus hoje também que nos libertar de tudo o que podem nos separa do amor Dele. Vamos comemorar o verdadeiro sentido da Páscoa!
Vamos relacionar com a segunda doutrina da nossa Igreja, onde Deus quer mostrar que é o nosso Libertador, através do selo do Espirito Santo.



Leia a Referência Bíblica: Êxodo 11 e 12.

Deus queria libertar Seu povo da escravidão do Egito, mas Faraó não o libertava. Vimos que Deus enviou pragas para ao Egito para convencer Faraó, mas ele não mudava de idéia.
1º praga - água se transformou em sangue;
2º praga era as rãs;
3º praga transformou pó da terra em piolhos;
4º praga eram moscas;
5º praga foi a pestes nos animais;
6º praga constituiu-se de úlceras;
7º praga foi a chuva de pedras;
8º praga foram os gafanhotos;
9º praga que o sol escurecesse por três dias.
10ª praga morte do filho homem primogênito

Faraó era perverso e não tinha intenção alguma de libertar os hebreus. Diante da recusa dele, DEUS enviou várias pragas ao Egito (Êx 3.19,20). Qual era o propósito divino ao enviar as pragas? O objetivo era o julgamento contra o governo de Faraó e seu povo e um juízo contra o generalizado culto idólatra egípcio. Para introduzir a lição, faça um resumo das terríveis pragas que arrasaram o Egito. Depois, explique que a partir da segunda praga (a das rãs, Êx 8.1-15), Faraó passou a fazer uma série de propostas ardilosas e destruidoras a Moisés e a seu auxiliar, Arão. Precisamos de discernimento a fim de não aceitar as ardilosas propostas de Satanás para nós, igreja do Senhor.

Sugestão para começar a aula: Cite uma regra que você tem que obedecer na célula, na sua escola, ou em casa.
Leitura da Bíblia: Êxodo capítulos 7 a 12
Moisés foi escolhido por Deus para tirar o povo de Israel do Egito. Deus deu a Moisés sinais de que ele não estava só. Moisés e Arão, seu irmão, foram falar com Faraó várias vezes, mas o coração de Faraó estava endurecido e ele não permitia que o povo de Deus saísse. Então, Deus enviou 10 pragas para aquela terra, afim de que o Faraó deixasse o povo ir embora.
1ªpraga: água vira sangue – Arão levantou o bastão e bateu no rio, e a água virou sangue, os peixes morreram, e o rio cheirou tão mal, que os egípcios não podiam beber água dele. E em todo o Egito houve sangue.
2ªpraga: rãs – Arão estendeu a mão sobre as águas do Egito, e as rãs saíram das águas e cobriram todo o país.
3ªpraga: piolhos – Arão bateu na terra com o bastão, e todo o pó do Egito virou piolhos, que cobriram as pessoas e os animais.
4ªpraga: moscas – Assim fez Deus, o SENHOR, e entraram grandes enxames de moscas no palácio do rei e nas casas dos seus funcionários. E, por causa das moscas, houve muito prejuízo no Egito inteiro.
5ªpraga: morte dos animais – o SENHOR castigou com uma doença terrível todos os animais dos egípcios, e todos morreram; porém não morreu nenhum dos animais dos israelitas.
6ªpraga: feridas – Então o SENHOR Deus disse a Moisés e a Arão: Peguem punhados de cinza de um forno, e que Moisés jogue essa cinza para o ar. Ela se espalhará como um pó fino sobre toda a terra do Egito, e em todos os lugares a cinza produzirá tumores que se abrirão em feridas nas pessoas e nos animais.
7ªpraga: chuva de pedra – Moisés levantou o bastão para o céu, e o SENHOR mandou trovões, chuva de pedra e raios sobre o país. Em todo o Egito a chuva de pedra acabou com tudo o que estava no campo, incluindo as pessoas e os animais. Destruiu todas as plantas e quebrou todas as árvores.
8ªpraga: gafanhotos – Eles se espalharam sobre todo o Egito e invadiram toda aquela região em quantidades enormes, como nunca havia acontecido antes. Eles cobriram de tal maneira o chão, que este ficou preto. Devoraram toda a vegetação. Em todo o Egito não sobrou nada verde nas árvores e nas plantas.
9ªpraga: trevas – Moisés levantou a mão para o céu, e durante três dias uma grande escuridão cobriu todo o Egito. Os egípcios não podiam ver uns aos outros, e naqueles dias ninguém saiu de casa. Porém em todas as casas dos israelitas havia claridade. Faraó não queria obedecer a Deus, e apesar de tantas pragas, ele não libertava o povo de Israel. Então Deus mandou seu povo fazer uma festa, a Páscoa, que seria uma preparação para a mais terrível de todas as pragas.
10ª praga: a morte dos primogênitos – À meia-noite, o SENHOR Deus matou os filhos mais velhos de todas as famílias do Egito, até o filho do faraó foi morto, que era o herdeiro do trono. Em todo o Egito havia gente chorando e gritando, pois em todas as casas havia um filho morto. Nessa mesma noite o rei mandou chamar Moisés e Arão e lhes disse: Saiam daqui, vocês e todos os outros israelitas! Deixem o meu país. Vão adorar a Deus, o SENHOR, como vocês pediram. Peguem as suas ovelhas e cabras e o seu gado e vão embora. E peçam a Deus que me abençoe. Os israelitas fizeram como Moisés havia ordenado e pediram aos egípcios jóias de prata e de ouro e roupas. O SENHOR Deus fez com que os egípcios dessem de boa vontade aos israelitas tudo o que eles pediam. Assim o povo de Israel tomou as riquezas dos egípcios.


Faraó não acreditava em Deus, e não queria obedecê-lo, e pudemos ver qual foi o seu desfecho, a ira de Deus caiu sobre ele. Existe uma benção por trás da obediência, e o Senhor colocou pessoas nas nossas vidas como nossas autoridades, (pais, líderes, professores, etc.) e devemos honrá-los e respeitá-los para que a benção de Deus sempre esteja conosco.

Visuais:

Moisés vai falar com Faraó.




1º praga - água se transformou em sangue;




2º praga era as rãs;






3º praga transformou pó da terra em piolhos;



4º praga eram moscas;






5º praga foi a pestes nos animais;




6º praga constituiu-se de úlceras (feridas/tumores)



7º praga foi a chuva de pedras:


8º praga foram os gafanhotos;

9º praga que o sol escurecesse por três dias.





10ª praga morte dos primogênitos


Sugestões de músicas:

NO EGITO (VOICES)

"No Egito escravo fui, Sim, sim, ó sim
No Egito escravo fui, Do vil Faraó

Triste, bem triste estava, Meu coração chorava
Liberta-me, Senhor
Triste, bem triste estava, Meu coração chorava
Liberta-me, Senhor"
Moisés foi a Faraó, Sim, sim ó sim
Moisés foi a Faraó, E lhe disse assim:
"Deixa sair meu povo Para prestar-me culto
Assim diz o Senhor."
"Deixa sair meu povo Para prestar-me culto
Assim diz o Senhor."
Faraó se endureceu, Sim, sim, ó sim
Faraó se endureceu e não deixou ir
Deus enviou dez pragas. Desembanhou sua espada
E assim nos libertou. Deus enviou dez pragas.
Desembanhou sua espada
E assim nos libertou
Livre, me deixaste livre, Me deixaste livre, livre Senhor.
Livre, me deixaste livre, Me deixaste livre, livre Senhor.
Livre agora então estou, Sim, sim, ó sim
Livre agora então estou, Livre para ti
Quero prestar-te culto, Quero cantar-te glória
Glória a ti, Senhor.
Quero prestar-te culto, Quero cantar-te glória
Glória a ti, Senhor
Glória, glória, aleluia
Glória aleluia a ti Senhor.
Glória, glória, aleluia
Glória aleluia a ti Senhor.



Pode-se fazer "cadeias", algemas, argolas de jornal. Com isso, prenda as crianças uma às outras para cantarem a música e quando ficarem livres, começam a cantar bem alto e festejam a liberdade.

Sugestões de Videos:


Atividades:








Dez Pragas do Egito


 Vamos ler uma história hoje!
Pode ser a história das dez pragas do Egito?
Boa! Onde fica?
Fica nos capítulos de 4 a 12 do livro do Êxodo.


 O Senhor apareceu a Moisés dizendo: - Escutei o clamor do meu povo. Vai encontrar-se com eles para libertá-los da escravidão. Apesar da dureza do Faraó, estarei com você e farei muitos milagres. Peça-lhe que deixe meu povo ir adorar-me no deserto. Moisés pegou sua esposa e seus filhos e foi ao Egito.


 Quando Moisés chegou ao Egito, Arão veio ao seu encontro. Demorou até que Moisés convencesse Arão e os líderes do povo que Deus o havia enviado. Finalmente, foram ao Faraó - mas ele não quis saber de deixar o povo ir. Furioso, mandou que, além de fazerem os tijolos, eles também buscassem a palha.


 Na manhã seguinte, Moisés e Arão foram esperar o Faraó junto ao rio Nilo. Arão falou: - O Senhor chama seu povo. Se o Faraó não deixar seu povo ir, toda água do Egito se tornará em sangue. Como o Faraó se negou, Moisés pegou a vara e tocou no Nilo. Imediatamente a água ficou vermelha e cheirava mal.


 Alguns dias depois Deus ordenou que Moisés fosse novamente ao Faraó para pedir-lhe que deixasse o povo ir. Desta vez, Deus mandaria uma praga de rãs, que sairiam do Nilo e invadiriam todos os lares, em toda parte, nas camas, nas panelas... E assim foi. Esta foi a segunda praga.


 Agora Arão encostou a vara no pó do Egito, que se transformou em muitos piolhos. Havia piolho por todo lado. Todo mundo se coçava... todo egípcio e todo animal egípcio! Até os magos, acostumados a magia negra, reconheceram que só Deus podia fazer isto. Mas o Faraó permaneceu inflexível.


 Depois, Moisés e Arão foram novamente ao Faraó, dizendo: - Deixa meu povo ir, ou Deus mandará uma praga de moscas. Assim, enxames de moscas invadiram o palácio e as residências dos egípcios. Havia mosca por todo lado: na comida, no chão... mas na terra dos israelitas não havia mosca não.


 Outra vez o Senhor pediu a Moisés que se apresentasse ao faraó, e a mão do Senhor pesaria sobre os rebanhos egípcios. Dito e feito. todos os cavalos, jumentos, camelos, bois e ovelhas que estavam no campo morreram. O Faraó mandou verificar os rebanhos dos Israelitas e constatou que ali nada havia acontecido.


 Desta vez, o Senhor pediu a moisés levasse cinza e jogasse no ar, diante do Faraó e seus magos. Esta cinza espalhou-se por todo o Egito, e onde encostava, em homens e animais, nasciam feridas purulentas. Apesar do sofrimento dele e do seu povo, o Faraó não atendeu ao pedido de Moisés.


 Cedo, na manhã seguinte, Moisés entregou um novo recado: - Ou você deixa meu povo ir, ou haverá uma chuva de granizo como nunca se viu. Os egípcios prudentes começaram a acreditar em Moisés e foram rapidamente recolher seus animais. Faraó deixou o povo ir, mas arrependeu-se assim que a tempestade parou.


 O Senhor usou o coração endurecido de Faraó para que todos pudessem entender quem era o verdadeiro Deus. A praga! Gafanhotos! Nuvens de gafanhotos vieram e comeram tudo: plantas, grama, árvores...Faraó suplicou e Moisés orou a Deus que mandou um vento que levou os gafanhotos para o mar.


 Desta vez, Moisés estendeu sua mão ao céu e uma densa treva sobreveio ao Egito. Durante três dias seguidos, os egípcios não puderam fazer nada, pois tudo estava escuro como breu. Na terra dos israelitas havia luz. O Faraó começou a ceder, mas Deus queria todo o povo, com seus pertences e animais.


 Então Deus instituiu a Páscoa. Sempre, no primeiro mês, eles deveriam comer pão sem fermento, ervas amargas e sacrificar um cordeiro perfeito. O pão sem fermento era símbolo da saída apressada. As ervas amargas simbolizavam a escravidão que ficava para trás. O sangue do cordeiro morto salvaria a casa.


 Quem passasse um pouco do sangue do cordeiro nos umbrais da porta da casa escaparia da última praga - a morte dos primogênitos. A meia noite o anjo passou e matou todo primogênito. Até o filho mais velho do Faraó morreu. Finalmente o Faraó cedeu e ordenou que o povo saísse depressa.


 Os egípicios deram presentes, ouro e prata para compensarem os muitos anos de escravidão. Todo o povo ajuntou-se: pais, filhos, animais e pertences. Moisés e seu cajado ia a frente e todo o povo atrás se pôs em marcha. A escravidão ficava para trás, e, à frente, -  a tão sonhada Terra Prometida.


 Dá o que pensar, né?
Sim, dá o que pensar!
Amanhã tem mais!




Mais visuais:


















Fontes:

http://pastoreandokids.blogspot.com.br
http://blogtiale.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.net/
http://jorgianecarvalho.blogspot.com.br/
http://www.apec.net.br/
http://miriangalli.blogspot.com/
http://portalsementinhakids.com/2010/02/dez-pragas-do-egito/
http://apascentarospequeninos.blogspot.com.br/2013/02/dez-pragas-do-egito.html

Relacionando com a Segunda Doutrina!

Rosto do LEÃO:
Contemplamos o Batizador poderoso com o Espírito Santo e com Fogo.

JESUS CRISTO, O BATIZADOR NO ESPÍRITO SANTO
Jesus Cristo como Batizador no Espírito Santo é tipificado no ROSTO DE LEÃO.
Temos o seguinte esboço para o estudo desta doutrina:
A . O “rosto de leão” = Jesus Cristo o Batizador no Espírito Santo.
B . Evangelho = JOÃO
C . Como apresenta Jesus = Como “Filho de Deus”
D . Símbolo do Batismo no Espírito Santo = Pomba
E . Cor simbólica na bandeira = Ouro (amarela)

A . O segundo rosto que Ezequiel viu foi o “ROSTO DE LEÃO” representando Jesus Cristo como Batizador no Espírito Santo. Quando lemos na Palavra de Deus que Sansão, Davi e Benaia mataram um leão (Juízes 14:5-6, I Samuel 17:34-36, II Samuel 23:20), sempre pensamos que pessoas muito valentes; isto porque o leão é símbolo de força e poder. O primeiro e o último livro da Bíblia falam de Jesus como leão. A profecia “Judá é um leãozinho” (Gên. 49:9) é referente a Jesus, que viria da tribo de judá. Será cumprida ainda no futuro, como lemos no último livro da Bíblia:
“E disse-me dos anciões: Não chores, eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu para abrir e desatar os sete selos”. (Ap. 5:5)
Este Leão que disse: “É me dado todo o poder no céu e na terra” (Mat. 28:18), foi reconhecido por João Batista como o Batizador no Espírito Santo: ” … Aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu… Ele vos batizará com o Espírito Santo…” (Mat. 3:11).
Nos últimos dias do seu ministério Jesus disse: “… Convém que eu vá, porque se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for enviar-vo-lo-ei”. (João 16:7).
Pouco antes de Sua ascensão, Jesus disse: ” …na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo não muito depois destes dias”. (Atos 1:5) Jesus considerou tão importante o Batismo no Espírito Santo que ordenou aos Seus discípulos: “Ficai, porém, na cidade de Jerusalém até que do alto sejais revestidos de PODER”, (Lucas 24:49)
Esta promessa concretizou-se no Dia de Pentecostes. Vejamos o relato em Atos 2:1-4. “E cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e de repente veio do céu um som, como de um vento veemente impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. Está ainda de pé a mesma promessa? Sim; “Porque a promessa voz diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar”. (Atos 2:38-39)
Esta preciosa promessa tornou-se realidade desde os tempos apostólicos. Vejamos os acontecimentos em Samaria, Cesaréia e Éfeso:
Um ano após o Pentecostes, em Samaria, os samaritanos “receberam o Espírito Santo”. (Atos 8:1-24). O falarem línguas como manifestação do Espírito é evidente, porque Simão, o mágico, ofereceu dinheiro pelo poder de transmitir este dom manifestado diante de seus olhos.
Oito anos depois do Pentecostes (Atos 10:1-48), em Cesaréia, Cornélio, um gentio, com “muitos que ali se haviam ajuntado”, estavam ouvindo as palavras de Pedro, quando caiu o Espírito Santo sobre eles e”… todos quantos tinham vindo com Pedro maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios… Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus”. (Atos 10:44-46).
Vinte anos depois do Dia de Pentecostes (Atos 19:1-6), em Éfeso, veio o Espírito Santo sobre uns doze varões que estavam ouvindo a palavra de Paulo, e “falavam línguas e profetizavam”… (Atos 19:6).

B. O EVANGELHO de João apresenta Jesus, o Batizador “que batiza com o Espírito Santo”. (João 1:32-33).
C. João apresenta Jesus, o Batizador, como “FILHO DE DEUS” e afirma: “Estes, porém foram escritos para que creias que Jesus é o Cristo, o FILHO DE DEUS”. (João 20:31). Seu Evangelho foi escrito para os crentes de todas as raças, línguas e tribos. João não apresenta a origem humana de Jesus, mas abre o seu Evangelho com a afirmação positiva de Sua divindade. “No princípio era o Verbo… e Verbo era Deus”. (João 1:1).
O próprio Jesus identificou-se com o Pai: “… dizia que Deus era Seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”. (João 5:18). Aceitou-se a exclamação de Tomé, “Senhor meu, e Deus meu!” (João 20:28). Afirmou Sua eternidade: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”. (João 8:58).
D. O Símbolo do Batismo no Espírito Santo é a POMBA. (Mat. 3:16).
E. Este aspecto do Evangelho Quadrangular está simbolizado na bandeira pela cor de ouro, tipificando o fogo celestial do Espírito Santo.

3 comentários:

  1. Pobres dessas mães egípcias, até o Meketre perdoou o Bak, aliás. Um pai deve reconhecer o filho e perdoar, né?

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